Governo quer adotar regra automática para mudar teto de juros do consignado do INSS

A Febraban também defende a manutenção da modalidade de crédito e diz que seus levantamentos indicam que parcela relevante dos tomadores utiliza o recurso para o pagamento de dívidas, despesas médicas, alimentação e outras necessidades básicas.
“A experiência dos últimos anos mostra que a definição de tetos em patamares incompatíveis com os custos da operação pode reduzir a oferta de crédito, afetando principalmente os públicos de maior risco, como beneficiários mais idosos, pessoas com deficiência e beneficiários do BPC/LOAS”, diz a Febraban.
Em maio, os empréstimos pela modalidade somavam R$ 281 bilhões, segundo dados do Banco Central. Já a taxa de juros era de, em média, 1,82% ao mês.